Representantes de clubes de futebol afirmaram nesta terça-feira (3), em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF), que a proibição das apostas de quota fixa compromete receitas previstas em contratos firmados sob a legislação anterior. Os expositores criticaram o prazo de dez dias estabelecido para a adaptação ao novo modelo.
Dirigentes de Flamengo e Fluminense apontaram perdas milionárias e impactos em patrocínios e direitos de transmissão. Representantes de Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Corinthians também alertaram para riscos financeiros, insegurança jurídica e desequilíbrio competitivo frente a equipes de outros países.
O governo federal defendeu a medida, destacando que a proibição integra um pacote econômico para combater o endividamento das famílias e os danos à saúde pública causados pelo uso compulsivo de jogos virtuais.
Fonte: Agência Brasil



