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Número de palestinos mortos em ofensiva israelense em Gaza ultrapassa 35 mil

Na Faixa de Gaza, o número de mortos ultrapassou os 35 mil,, enquanto um quarto da população se vê forçado a se deslocar mais uma vez.

Além dos 450 mil que fugiram de Rafah na última semana, 100 mil já deixaram Jabalia, no norte de Gaza. O exército de Israel voltou a atacar a região alegando que militantes do Hamas se reagruparam ali. No centro da faixa, uma escola da ONU que servia de abrigo foi atingida. Israel afirmou que matou mais de 15 militantes, que se escondiam em uma das salas. Não bastasse a crise humanitária, um comboio de ajuda foi incendiado por colonos judeus radicais no caminho para Gaza, perto da cidade de Hebron, na Cisjordânia ocupada. Nessa segunda, caminhões tinham sido atacado na área.

Hoje (14) Israel marca os 76 anos de criação do estado. A celebração foi moderada por causa das perdas desde o ataque terrorista do Hamas de 7 de outubro e pelos reféns ainda em gaza. A mesma data é chamada de Nakba pelos palestinos, que significa catástrofe em árabe. Cerca de três mil protestaram perto da cidade israelense de Haifa.

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos fez uma visita surpresa à capital ucraniana hoje. Antony Blinken chegou à Kiev de trem e se reuniu com o presidente Volodymyr Zelenskiy e integrantes do governo. Zelenskiy chamou a ajuda de crucial e disse que o maior déficit da Ucrânia no momento é na defesa antiaérea. “sabemos que este é um momento desafiador, mas a assistência está a caminho, parte dela já chegou e mais chegará”, disse Blinken, se referindo ao pacote de US$ 61 bilhões de dólares em ajuda militar dos Estados Unidos aprovado no mês passado. Blinken também visitou uma praça em Kiev e conversou com a população. A Rússia controla cerca de 18% da Ucrânia, que está em desvantagem no campo de batalha há meses.

Com informações da Agência Reuters e Agência Brasil

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