
A Fatec Ivaiporã formalizou o Termo de Cooperação Técnica 01/2026 com a Incubadora Tecnológica de Ivaiporã – Polo Agrotech, na segunda-feira, dia 13 de abril, estabelecendo atuação conjunta para desenvolver projetos de inovação, empreendedorismo e apoio a startups. Trata-se do 1º Termo de Cooperação Técnica assinado entre a Incubadora Tecnológica e uma instituição de ensino superior.
O Termo de Cooperação Técnica prevê ações nas áreas de pré-incubação; incubação e aceleração de empresas; formação de empreendedores; compartilhamento de estrutura; execução de projetos de pesquisa e desenvolvimento; e apoio à internacionalização de negócios e intercâmbio técnico entre profissionais e instituições.
O diretor acadêmico Roni Ferreira afirmou que a assinatura permite começar a desenvolver projetos que foram planejados pela Fatec Ivaiporã. “São propostas que surgiram a partir dos projetos integradores, sob a responsabilidade da coordenadora de Ensino e Extensão, Patrícia Carvalho, com apoio do secretário municipal de Inovação e Cooperação Internacional, Eniel Gualter Bueno. Portanto, é uma satisfação começar a desenvolvê-lo na Incubadora Tecnológica”, declarou Roni Ferreira.
Espaço de aplicação
Patrícia Carvalho explicou que os projetos desenvolvidos pelos alunos passam a ter espaço de aplicação – tais como Leg Press (portátil) e óculos sustentável. “Tem também o projeto da muçarela de mandioca, desenvolvido por alunas do Agronegócio, que foi pensado para atender pessoas com intolerância à lactose e famílias de baixa renda”, acrescentou Patrícia Carvalho. Por meio do Termo de Cooperação Técnica será possível incubar projetos e colaborar com as empresas oferecendo suporte por meio dos cursos, acadêmicos e dos professores.
No dia 4 de fevereiro, a Fatec Ivaiporã reuniu professores responsáveis pelos Projetos Integradores na Incubadora Tecnológica, visando alinhar metodologias e diretrizes que orientam o desenvolvimento das atividades durante o semestre.
Sobre a proximidade entre acadêmicos e empreendedores, Eniel Gualter Bueno citou como exemplo o apoio que os cursos de Ciências Contábeis e Direito podem oferecer às startups, com orientações em contratos, registro de marcas e organização financeira, além da participação de outras áreas conforme a demanda dos projetos.
“A proposta também cria oportunidades para que os acadêmicos se integrem às empresas incubadas – seja no desenvolvimento de ideias ou na atuação profissional. Ou seja, queremos aproximar os acadêmicos de quem está desenvolvendo soluções na Incubadora Tecnológica”, reforçou Eniel Gualter Bueno.
O Termo de Cooperação Técnica tem vigência de 5 anos e não prevê repasse financeiro direto entre as partes.


