O curso de Arquitetura da Fatec Ivaiporã passa a ser coordenado pela arquiteta Silvana Zurlo, que tem 30 anos de experiência profissional. Trata-se da 1ª mulher a exercer Arquitetura, em Ivaiporã, onde leciona na Fatec há 3 anos. O convite marca outra etapa na trajetória da arquiteta.
Para Silvana Zurlo, a docência representa a possibilidade de compartilhar conhecimento e de seguir em constante aprendizado. “Contribuir para a formação profissionais é muito gratificante. Ensinar também me obriga a estar sempre atualizada e a retomar conteúdos que, às vezes, não utilizamos tanto na prática profissional. Mas são fundamentais para a formação acadêmica”, afirmou a arquiteta.
Silvana Zurlo acompanha o desenvolvimento da Fatec desde o início das atividades. Inclusive o convite para assumir a coordenação surgiu antes pandemia da Covid-19. “A ideia do diretor Fábio Costa era iniciar o curso de Arquitetura antes da pandemia. Com o isolamento, houve atraso na implantação do curso e outros imprevistos. Na época, eu nem imaginava permanecer em sala de aula. Acabei começando como professora. Mas sempre estive ligada à Fatec, acompanhando e desenvolvendo projetos, bem como para o grupo Rhema de Arapongas”, contou a coordenadora.
Contribuição
A coordenação do curso de Arquitetura estava sob a responsabilidade do engenheiro ambiental Alcides Paschoal Júnior. No entanto, uma mudança na legislação passou a exigir que a função seja ocupada por um profissional formado em Arquitetura. “Estou envolvida em diversos projetos. No entanto, vejo a coordenação como uma oportunidade de ficar mais próxima dos alunos, especialmente da turma com a qual iniciei a minha trajetória como professora. Quero contribuir para fortalecer o curso e dar maior visibilidade à Arquitetura da Fatec”, declarou Silvana Zurlo.
A arquiteta disse que o envolvimento direto nos projetos de melhorias da estrutura física da Fatec também reforça o vínculo com a coordenação. “Participar das melhorias da Fatec faz com que eu tenha mais carinho pelo trabalho. Cada avanço que acontece é motivo de gratidão e de vestir a camisa da Fatec”, afirmou a coordenadora lembrando que os alunos têm demandas importantes, e o objetivo é aproximar o curso e a comunidade.


