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Rodada de Negócios premia projetos com potencial de mercado na Fatec Ivaiporã

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Transformar projetos acadêmicos em oportunidades de negócio. Foi com este propósito que a Fatec Ivaiporã realizou a 1ª Rodada de Negócios, nos dias 29 e 30 de junho, encerrando a 3ª Mostra de Projetos Integradores (MOPI). Os participantes da 1ª Rodada de Negócios foram classificados em 1º lugar na premiação da MOPI.

Diferente da MOPI a Rodada de Negócios desafiou os estudantes a defenderem propostas sob a ótica do empreendedorismo. Inovação, sustentabilidade, viabilidade, impacto regional e possibilidade de inserção no mercado estiveram entre os critérios analisados pela comissão avaliadora.

A comissão foi composta pelo diretor-geral da Fatec Ivaiporã, Fábio Costa, secretário municipal de Indústria e Comércio, Helinho Lins, presidente da Agência de Desenvolvimento Regional, Marcus Wielewski, coordenador do curso de Medicina Veterinária, Paulo Roberto Nunes de Góes, e pela acadêmica de Fisioterapia, Gilvana Miscalo Charallo.

Parcerias

A coordenadora de Projetos Integradores, Patrícia Carvalho, explicou que os trabalhos poderão se transformar em produtos ou serviços. “Contamos com parceria da Incubadora Tecnológica e estamos implantando a Empresa Júnior da Fatec para apoiar o processo”, informou.

Quanto à responsabilidade de participar da avaliação foi citada por Helinho Lins. “As propostas têm potencial para avançar além do ambiente acadêmico. A Fatec Ivaiporã forma profissionais preparados para inovar e empreender”, observou. Para Marcus Wielewski os projetos demonstraram criatividade e compromisso com problemas da sociedade. “A Rodada de Negócios mostrou que muitas ideias podem contribuir para o desenvolvimento regional”, observou.

O 1º lugar com prêmio de R$ 1.500,00 ficou com o curso de Ciências Contábeis, que desenvolveu uma plataforma de controle financeiro voltada para caminhoneiros. O 2º lugar premiado com R$ 750,00 foi conquistado pelo curso de Fisioterapia com o projeto Placa Multifuncional Fisioterapêutica, desenvolvido para auxiliar processos de reabilitação. Já o 3º lugar que recebeu R$ 500,00 ficou com o projeto Folha Viva, do curso de Agronomia, que desenvolveu um fungicida natural à base de alho para o manejo preventivo de doenças no tomateiro. A premiação monetária tem como objetivo incentivar e contribuir para a sequência dos projetos.

Segundo Fábio Costa cada projeto apresentado impacta a vida de alguém. “Nesta etapa, identificamos aqueles que, além do resultado, demonstram potencial para evoluir e chegar ao mercado”, explicou Fábio Costa parabenizando os acadêmicos pelo desempenho.

Lúcia Lima – jornalista

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