O governo federal, o Ministério Público do Trabalho e o Tribunal Superior do Trabalho anunciaram nesta quarta-feira (28) medidas severas contra o assédio eleitoral no país. Uma força-tarefa foi criada para combater pressões e demissões motivadas por opiniões políticas de trabalhadores.
O Ministério do Trabalho estuda a criação de uma lista de empresas autuadas, que sofrerão sanções e restrições de crédito público por meio do Banco Central. Nos últimos três dias, o MPT registrou 1.140 novas denúncias da prática.
O presidente do Tribunal Superior do Trabalho alertou que a resposta institucional será dura e rápida contra empregadores que violarem a liberdade de escolha dos trabalhadores. O Estado reforçou que o direito à opção política é garantido pela Constituição.
Fonte: Agência Brasil




