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A pedido de Artagão Júnior, SEED orienta sobre direito religioso de professores e servidores

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Nesta segunda-feira (26), a Secretaria de Estado da Educação do Paraná publicou a Orientação Conjunta nº 01/2025, que orienta professores e servidores da rede estadual sobre o direito de pedir escusa de consciência — ou seja, deixar de participar de algumas atividades quando elas forem contrárias à sua crença religiosa.

Essa orientação foi elaborada após um pedido do deputado estadual Artagão Júnior ao secretário de Educação, Roni Miranda, no dia 3 de dezembro de 2024. “Tenho recebido vários depoimentos de professores e alunos que estavam sendo prejudicados por conta de eventos que conflitam com a crença religiosa, em regiões do Paraná. Por isso, fiz questão de levar esse pedido ao secretário e, felizmente, fomos atendidos. Agradeço ao secretário Roni Miranda”, disse Artagão Júnior.

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Ainda de acordo com Artagão, a nova orientação é muito importante para grupos religiosos, como os adventistas, que guardam o sábado e, muitas vezes, não podem trabalhar nesse dia. “Estamos reforçando a aplicação da Lei de Liberdade Religiosa, que garante o direito de alunos e professores sabatistas de não participarem de atividades escolares aos sábados, respeitando suas crenças.”

Segundo a Orientação Conjunta publicada pela Secretaria, agora, quem quiser utilizar esse direito precisa fazer um pedido formal à chefia, explicando a situação; apresentar um documento que comprove a prática religiosa, como uma declaração do pastor ou líder religioso; e a chefia deve analisar e tentar ajustar o trabalho do servidor, sem prejudicar as atividades escolares.

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Com o pedido aceito, o servidor não poderá ser escalado para trabalhar nos dias e horários que conflitem com sua crença religiosa. Mas o documento também esclarece que esse direito não pode ser usado de forma indiscriminada, nem prejudicar o andamento das aulas ou o funcionamento da escola.

Em caso de dúvidas, a chefia pode solicitar orientação ao Núcleo Regional de Educação.

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