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Usuários denunciam demora em atendimentos na BR-376 entre Mauá e Ortigueira

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A precariedade no suporte aos motoristas que trafegam pela BR-376, no trecho entre Mauá da Serra e Ortigueira, tornou-se alvo de duras críticas. A denúncia ganhou repercussão após a divulgação de um vídeo gravado no último domingo (6), que expõe a longa espera de usuários por serviços de guincho da concessionária responsável pela rodovia.

O registro, feito por volta das 16h30 pelo proprietário do Auto Socorro Tucunaré, de Faxinal, detalha a situação de um veículo que apresentava problemas mecânicos. Segundo o empresário, o carro estava imobilizado no local desde as 14 horas, permanecendo parado por mais de duas horas e meia sem a assistência esperada.

A gravidade do caso é acentuada pela localização do automóvel. O veículo encontrava-se em uma curva perigosa, caracterizada pelo intenso fluxo de tráfego, o que elevava os riscos de acidentes para os ocupantes que aguardavam na rodovia.

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Conforme o relato do profissional que atua na área, uma equipe da concessionária chegou a passar pelo ponto do incidente e instalou apenas um cone de sinalização, prometendo o envio de um guincho que, segundo a denúncia, nunca apareceu. Diante do abandono, os ocupantes foram obrigados a buscar socorro por meio de uma empresa particular.

O responsável pelo Auto Socorro Tucunaré enfatiza que o episódio registrado no domingo não é um caso isolado. Em seu cotidiano de trabalho, ele afirma ter presenciado situações recorrentes, com períodos de espera que chegam a variar entre três e quatro horas à beira da estrada.

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Diante do cenário, o empresário questionou diretamente a qualidade do serviço prestado em comparação aos valores cobrados nas praças de pedágio. Para ele, a concessionária deveria dispor de uma estrutura logística mais eficiente para garantir agilidade e segurança aos usuários em momentos de emergência.

A reportagem tentou contato com a concessionária responsável pelo trecho, questionando se a falha no atendimento é um problema pontual ou uma questão recorrente na administração da via. Até o fechamento desta edição, não houve manifestação por parte da empresa.

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