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Medicina na Fatec Ivaiporã inclui formação prática e rede de saúde integrada ao ensino

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A Fatec Ivaiporã oferece formação em Medicina que começa na prática e se desenvolve em uma cidade preparada para receber quem escolhe dedicar 6 anos à graduação. Com nota máxima (5) na avaliação do Ministério da Educação (MEC), o curso de Medicina forma profissionais para atuar em diferentes níveis de atenção – alinhando conhecimento científico, habilidades técnicas e formação humanizada.

O conhecimento inicia nas salas e laboratórios: Morfofuncionais; Microscopia e Parasitologia; Microbiologia; Bioquímica; Fisiologia e Farmacologia; Habilidades Clínicas e Cirúrgicas; Unidade de Terapia Intensiva (UTI); Sala de Observação; Atendimento Pré-Hospitalar; Casa Simulada; e Centro Cirúrgico e Obstétrico.

A formação não se restringe às salas e aos laboratórios. Casos clínicos, discussões em grupos e estratégias como o Problem Based Learning (PBL) e o Team Based Learning (TBL) estimulam o raciocínio clínico antes das etapas mais avançadas da graduação.

O aprendizado continua com estágios no Instituto de Saúde Bom Jesus e Hospital Regional, Unidade de Pronto Atendimento (UPA), Ambulatório Médico de Especialidades (AME) e nas 11 Unidades Básicas de Saúde do município.

Competências

Para o coordenador do curso de Medicina da Fatec Ivaiporã, Bruno Maschio Neto, a formação médica precisa desenvolver competências além do domínio técnico. “O conhecimento científico é fundamental. Mas precisa estar associado à formação humana e ética. Por isso, os acadêmicos acompanham o funcionamento da rede de saúde sob supervisão docente e conhecem diferentes realidades e níveis de atendimento”, informou.

Bruno Maschio Neto é médico, docente, avaliador do MEC e participante de projetos de residência médica desenvolvidos com apoio do Hospital Sírio-Libanês.

Compreensão

Segundo o coordenador adjunto João Felipe Marques a convivência com equipes multiprofissionais e com a comunidade amplia a compreensão sobre prevenção, promoção da saúde, diagnóstico, tratamento e acompanhamento dos pacientes. “O acadêmico acompanha a realidade dos serviços e entende como a assistência é organizada. O contato ajuda a desenvolver uma visão mais ampla da profissão, mostrando que o cuidado envolve prevenção, promoção da saúde, diagnóstico, tratamento e acompanhamento das pessoas”, sintetizou.

João Felipe Marques é doutor e mestre em Saúde Coletiva. Atua na pesquisa, extensão universitária e na gestão da Revista Científica da Fatec – além de assessor técnico do Conselho de Secretarias Municipais de Saúde do Paraná (Cosems).

Outro aspecto considerado por quem escolhe estudar na Fatec é o município. Ivaiporã reúne características que favorecem a rotina universitária, como segurança, planejamento urbano, áreas arborizadas e qualidade de vida.

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